Mostrando postagens com marcador Flor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Flor. Mostrar todas as postagens

23 de mar. de 2013

Blusinha charmosa feita por vc!!

Olha que bacana, transformar aquele camisetão numa blusinha charmosa!
 
O que precisamos:


Importante, se você quer uma blusinha pequena, use uma camiseta de homem G
Para uma blusinha média, use camiseta Extra G de homem
Para blusinha grande, camiseta XXL
 
 
Corte a camiseta onde indica a linha branca, siga os desenhos:


 Repare nos diferentes tamanhos de cortes





Pronto! Desfile com sua nova blusinha charmosa!!

Fonte: http://wobisobi.blogspot.com.br/2012/07/no-sew-one-shoulder-shirt-diy.html

27 de jan. de 2012

Flores que ajudam a purificar o ambiente

Escolha a espécie correta para cada cômodo e desfrute desse privilégio natural

Flores e folhas fazem bem na decoração em qualquer situação. Mas além de beleza e harmonia, as das plantas possuem a capacidade de absorver substâncias químicas do ambiente, melhorando o ar que a gente respira. Escolha a espécie correta para cada cômodo e desfrute desse privilégio natural.


Azaleia
Onde colocar: No banheiro. O que ela faz: Camufla o odor forte do amoníaco. Como cuidar: É necessário regar uma vez por semana e deixá-la exposta ao sol pelo menos duas horas por dia.

Bromélia
Onde colocar: Na cozinha. O que ela faz: Absorve a fumaça das panelas no fogão. Como cuidar: Basta molhar o vaso a cada três dias ou sempre que perceber que a terra está seca.

Cacto
Onde colocar: Perto de aparelhos de TV e micro-ondas. O que ele faz: Barra as ondas eletromagnéticas. Como cuidar: Aguar uma vez por semana - para não apodrecer a raiz - está ótimo.

Crisântemo
Onde colocar: Próximo a janelas, porque necessita de luz solar e ventilação. O que ele faz: Reduz a concentração de benzeno (presente em solventes e desengordurantes), que causa problemas respiratórios. Como cuidar: Regar com frequência.

Gérbera
Onde colocar: Na sala e quartos. O que ela faz: Acaba com o cheiro desagradável de cigarro - enquanto você não consegue se livrar do vício. Como cuidar: Molhe uma vez por semana e arrume um lugarzinho onde bata sol para colocar o vaso durante três horas por dia.

Lírio Amarelo
Onde colocar: No jardim, sacada ou varanda. O que ele faz: Absorve o monóxido de carbono, gás tóxico que pode provocar alteração na pressão sanguínea e sensação de sufocamento. Como cuidar: Precisa ser aguado com frequência. Mas cuidado para não encharcar!

Lírio da paz
Onde colocar: Em ambientes com pouca ventilação. O que ele faz: Absorve os poluentes do ar. Como cuidar: Evite o sol nos momentos mais quentes do dia, de preferência entre 11 e 15h. E nada de deixar a terra do vaso secar completamente.

Fonte: Ana Maria

2 de mar. de 2011

Gérbera signo de Escorpião

Você sabia que existe os signos da flores?
Pois é, e a Gérbera é referente ao signo de Escorpião.
Significado:

Os nativos do signo de gérbera tem as emoções à flor da pele.

Os nascidos sob influencia da gérbera não se importam com o risco ou com a dificuldade de enfrentar os obstáculos.

Nunca se dão por vencidos. São fortes e determinados.
   
As cores relacionadas com este signo são amarelo, vermelho e violeta.

Uma dica para manter sempre o alto astral é ter um bouquet de gérberas sempre em seu quarto, para visualizá-lo logo ao acordar.

Banhos de imersão com gérberas na água são maravilhosos. Você vai se sentir extremamente revitalizada.

Gérbera significa crescimento e renovação!

Gérbera em flor

É um género de plantas herbáceas ornamentais pertencente à família das Asteraceae (ou Compostas), a mesma do girassol e das margaridas, cultivada em grandes quantidades pela sua flor muito apreciada em arranjos ornamentais e como planta decorativa de exteriores nas regiões de clima temperado de ambos os hemisférios.


Em 1737 o naturalista holandês Jan Frederic Gronovius atribuiu o nome Gerbera ao género, em homenagem a Traugott Gerber, um médico e naturalista alemão que trabalhou na Rússia. O nome vulgar gerbera, ou gérbera, é aplicado indistintamente às espécies do género e às suas flores, as quais são em geral comercializadas sob aquela designação, muitas vezes seguida de uma indicação específica ou varietal (por exemplo gerbera-do-transvaal, ou gerbera-púrpura).


O género Gerbera inclui cerca de 30 espécies de plantas herbáceas perenes da família das Compostas, dotadas de folhas basais, e flores reunidas em capítulos solitários e multifloros com cerca de 10 cm de diâmetro, intensamente coloridos. O fruto é um aquénio acicular.


As espécies de Gerbera apresentam um grande capítulo, com floretas bi-labiadas de cor amarelo, laranja, branco, rosa ou vermelho. O capítulo, que aparenta ser uma única flor, é na realidade composto (daí o nome ainda utilizado para a família) por centenas de flores individuais, cuja morfologia varia de acordo com a sua posição no conjunto.


O género Gerbera tem grande interesse comercial, sendo a gerbera a quinta flor de corte mais vendida, só sendo ultrapassada em volume pela rosa, o cravo, o crisântemo e a tulipa.


A espécies deste géneros são também utilizadas como organismo experimental em estudos de floração e de desenvolvimento meristemático da flor. As gerberas contém derivados naturais da cumarina com interesse fitoquímico e de controlo biológico.


As gerberas são muito populares e muito utilizadas como plantas decorativas de exterior e para a produção de flores de corte. Os cultivares mais frequentes são os resultantes da hibridização entre a Gerbera jamesonii e a Gerbera viridifolia, outra espécie sul-africana.


O híbrido é conhecido por Gerbera hybrida e dele existem alguns milhares de cultivares com grande variabilidade nas características florais, com diferentes tamanhos e formas da flor e com cores que vão do branco ao amarelo, laranja, vermelho, rosa e púrpura.


Existem cultivares que produzem flores com o centro negro e com pétalas variegadas.
O género Gerbera ocorre naturalmente na América do Sul, África, Madagáscar e na Ásia tropical. A primeira descrição botânica foi publicada por Joseph Dalton Hooker no Curtis Botanical Magazine de 1889, descrevendo a Gerbera jamesonii, uma espécie sul-africana hoje conhecida por gerbera-do-transvaal ou margarida-do-transvaal.

Família: Compostas
Origem: África do Sul
Porte: Herbácea que atinge cerca de 40 cm de altura
Floração: Floresce o ano todo, mas o auge da floração se dá no fim do inverno e início da primavera
Plantio: Propaga-se por meio de sementes ou divisão de touceiras
Solo ideal: Arenoso, com boa drenagem (mistura recomendada: 1 parte de terra comum de jardim, 1 parte de terra vegetal e 2 partes de areia
Clima: Seco
Luminosidade: Sol pleno.
Regas: Suporta solo mais seco. Pode ser regada, em média, 1 ou 2 vezes por semana, de preferência apenas nos períodos secos, evitando o encharcamento do solo
Adubação ideal: Orgânica ou NPK 4-10-8.
Podas: Para estimular nova brotação, deve-se podar as gérberas rente ao solo, no final da floração. Podas de limpeza para retirar folhas velhas ou mortas também são recomendadas

Uso paisagístico: Pode ser usada em canteiros, como bordadura e até como forração, graças ao seu porte que não chega a ultrapassar 40 cm.

Parente próxima da margarida, a gérbera ficou bem conhecida no Brasil como flor de corte, usada principalmente na composição de arranjos florais. Não é para menos - a oferta de cores é tanta, que oferece um farto material para os artistas florais.

Do branco ao vermelho intenso, as gérberas apresentam-se em cerca de 20 tonalidades diferentes, passando por tons amarelos e alaranjados. Os paisagistas também conhecem suas virtudes e estão aplicando a versatilidade desta planta para dar colorido aos jardins.

O cultivo da gérbera não é muito complicado, mas é preciso ficar atento aos ataques de lagartas e ácaros.


Espécies


  • Gerbera aberdarica
  • Gerbera abyssinica
  • Gerbera ambigua
  • Gerbera anandria
    • Gerbera anandria var. anandria
    • Gerbera anandria var. densiloba
    • Gerbera anandria var. integripetala
    • Gerberia anadria var. bonatiana
  • Gerbera aspleniifolia
  • Gerbera aurantiaca : Margarida-Hilton
  • Gerbera bojeri
  • Gerbera bonatiana
  • Gerbera bracteata
  • Gerbera brevipes
  • Gerbera burchellii
  • Gerbera burmanni
  • Gerbera candollei
  • Gerbera cavaleriei
  • Gerbera chilensis
  • Gerbera cineraria
  • Gerbera connata
  • Gerbera conrathii
  • Gerbera cordata
  • Gerbera coronopifolia
  • Gerbera curvisquama
  • Gerbera delavayi
  • Gerbera discolor
  • Gerbera diversifolia
  • Gerbera elegans
  • Gerbera elliptica
  • Gerbera emirnensis
  • Gerbera ferruginea
  • Gerbera flava
  • Gerbera galpinii
  • Gerbera glandulosa
  • Gerbera henryi
  • Gerbera hieracioides
  • Gerbera hirsuta
  • Gerbera hypochaeridoides
  • Gerbera integralis
  • Gerbera integripetala
  • Gerbera jamesonii : Margarida-de-Barberton,
    Margarida da África ou Margarida-do-
    Transvaal
  • Gerbera knorringiana
  • Gerbera kokanica
  • Gerbera kraussii
  • Gerbera kunzeana
  • Gerbera lacei
  • Gerbera lagascae
  • Gerbera lanuginosa
  • Gerbera lasiopus
  • Gerbera latiligulata
  • Gerbera leandrii
  • Gerbera leiocarpa
  • Gerbera leucothrix
  • Gerbera lijiangensis
  • Gerbera lynchii
  • Gerbera macrocephala
  • Gerbera nepalensis
  • Gerbera nervosa
  • Gerbera nivea
  • Gerbera parva
  • Gerbera peregrina
  • Gerbera perrieri
  • Gerbera petasitifolia
  • Gerbera piloselloides
  • Gerbera plantaginea
  • Gerbera plicata
  • Gerbera podophylla
  • Gerbera pterodonta
  • Gerbera pulvinata
  • Gerbera pumila
  • Gerbera randii
  • Gerbera raphanifolia
  • Gerbera ruficoma
  • Gerbera saxatilis
  • Gerbera semifloscularis
  • Gerbera serotina
  • Gerbera speciosa
  • Gerbera tanantii
  • Gerbera tomentosa
  • Gerbera tuberosa
  • Gerbera uncinata
  • Gerbera viridifolia
  • Gerbera welwitschii
  • Gerbera wrigh






Referências
  • Hansen, Hans V., A taxonomic revision of the genus Gerbera (Compositae, Mutisieae) sections Gerbera, Parva, Piloselloides (in Africa), and Lasiopus, in Opera botanica, 78 (1985) (ISBN 8788702049).
  • Nesom, G. L., Response to "The Gerbera complex (Asteraceae, Mutisieae): to split or not to split" by Liliana Katinas, in Sida, 21 (2004), pp. 941–942.
  • Bremer K., Asteraceae: cladistics and classification, Timber Press: Portland, Oregon, 1994.