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11 de set. de 2013

Sobreviver a uma tragédia - sofrimento - perda - desilusão

Encontrei essa matéria hoje:

http://super.abril.com.br/cotidiano/6-trabalhos-naufrago-446152.shtml?
utm_source=+redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=+redesabril_super

Logo entendi que as situações narradas para a exata situação de náufrago ao mar, serviria para qualquer situação difícil na vida, qualquer perda, desilusão ou sofrimento.

foto Déborah Gérbera

Li e colhi o ensinamento de vida que sim serve para qualquer situação fora do nosso controle.

- Comer da melhor forma possível e beber água !

Manter o corpo nutrido é sinônimo de vida, são necessidades básicas para se manter a vida, quando passamos por uma dificuldade alteramos nossa cuidado pessoal e isso pode nos prejudicar e dificultar ainda mais a superação do problema. Alimentar-se é vida!

- Confiar, resignar-se, ser humilde perante a Divindade, a vida.
A matéria destaca a  incrível experiência do sobrevivente português Jorge de Albuquerque Coelho, a fé!

Confiar em algo maior do que nós, na sabedoria, natureza, universo, Deus, vida! Traz ânimo, esperança e força para lidar com a situação e sobreviver a ela. Entender nosso tamanho, nossos limites e total falta de controle sobre a vida também fortalece, lidamos com tudo de uma forma diferente, mais ampla e consciente da nossa posição no universo.

-Aceitar a situação que está passando. Agradecer por tudo de bom e valioso na vida, da sua vida. Apreciar as pequenas coisas, a grandeza da simplicidade.
Quanto tempo perdemos e o quanto sofremos por remoer a situação difícil em que estamos vivendo? Lutar contra não ameniza a situação, aliás aumenta significativamente o peso da situação.  Aceitar já é uma grande libertação e avanço no processo.
Agradecer o lado bom da coisa, sim , sempre há um lado bom em tudo, nós que precisamos encontrá-lo, assim desviamos da parte negativa, ruim, que nos enfraquece. Pontuamos o que há motivação, vida, calor, alegria e motivos para superar o momento complicado.
E então enxergamos a grandeza de cada detalhe que a vida nos oferece e que quando estamos bem passa desapercebido. Ganhamos ainda mais motivações para a superação.

-Procurar um bom uso das coisas, das pessoas a nossa volta, interagir com o meio.
Uma situação fora do comum em que nos deixa vulneráveis e debilitados nos obriga a olhar a nossa volta com mais atenção e buscar por ajuda e troca nesse momento é um grande aprendizado. É surpreendente o que a empatia, a boa vontade, a verdade e sinceridade das pessoas oferecem num momento de dificuldade, a quebra do orgulho ao pedir e aceitar tais sentimentos também nos lapida e o ambiente e minuciosamente observado por nós e encontramos um mundo em cada detalhe que nos preenche.

-Manter a mente ocupada com afazeres úteis, rotineiros, com distrações e prazeres.
A mente é perigosa a nós, nos conduz a labirintos infinitos, nos engana e até enlouquece. Dar funções para ela é excelente nesse processo de recuperação e superação de qualquer situação. Mantê-la ocupada de forma útil evita que ela nos traga desânimos e neuroses e ainda trabalha a nossa favor. No que se refere a prazeres uma atenção especial aos vícios como comida!!

Enfim, essa é a lição que tirei para mim e será minha guia para situações adversas, espero que seja útil para outras pessoas também! :D

Posso até afirmar que a sobrevivência não se trata de um acidente, perda, desilusão e sim de si mesmo!!
O texto saiu na velocidade da intuição em desacordo com os mais exigentes com a Língua Portuguesa...rs..

8 de dez. de 2011

Homens que lavam louça têm melhor vida sexual, aponta estudo

Mulheres espalhem a notícia!!!
Unir o útil ao agradávcel é tudo, não é?

Pesquisa da Universidade de Riverside diz que homens que partilham as tarefas domésticas com as mulheres melhoram a harmonia no casal

Um recente estudo da Universidade de Riverside, na Califórnia, aponta que os homens que partilham as tarefas domésticas com as mulheres melhoram a harmonia no casal e têm uma vida sexual mais satisfatória.

“Os homens que executam tarefas domésticas fazem as mulheres mais felizes”, disse para a agência France Presse Scott Coltrane, um dos autores do estudo, publicado no site da organização do Conselho das Famílias Contemporâneas (CCF, na sigla em inglês).

“As mulheres tendem a sentir mais atração sexual e afeição pelos maridos se eles compartilham as tarefas domésticas”, disse Joshua Coleman, psicólogo do CCF, que acrescentou, “ a partilha de tarefas domésticas está associada a um nível mais elevado de satisfação conjugal e sexual”.

O estudo concluiu que “quando os homens fazem mais tarefas domésticas, a percepção das mulheres sobre a igualdade e satisfação com o relacionamento aumentam. E, com isso, menos conflitos o casal deve enfrentar durante o relacionamento”.

Via Revista Alfa

19 de out. de 2011

Pessoas que ficam vermelhas facilmente são mais generosas e inspiram mais confiança

Adorei o texto, pudera, fico vermelha por qualquer coisa, qualquer mesmo, até sorrindo, até sem nenhum constrangimento, e o pior dessa história são as pessoas que apontam o dedo na sua cara e gritam: Ah tá vermelha, nossa como ela tá vermelha; então todo mundo olha pra você ri e aponta o dedo, afe!
Mas a boa noticia é que indica pessoa
confiável, qualidade que preso acima de tudo!
Déborah Gérbera


Se você é do tipo que fica vermelho e sem graça por qualquer coisa, provavelmente não vê isso como uma virtude e às vezes até sente que todo mundo te acha meio bobo (experiência própria aqui), não é? Se for assim, temos duas boas notícias. A primeira é: não só as pessoas não te acham bobo, como ainda te acham mais confiável. E a segunda: na verdade, não se trata de apenas parecer mais virtuoso – um estudo publicado no Journal of Personality and Social Psychology (publicação Associação Americana de Psicologia) mostrou que pessoas assim são mais generosas e realmente merecem a confiança dos outros.

“Níveis moderados de constrangimento são sinais de virtude“, disse Matthew Feinberg, um estudante de doutorado em psicologia na Universidade da Califórnia em Berkeley e principal autor do estudo. “Nossos dados sugerem que isso é uma coisa boa, e não algo contra o qual você deve lutar.” Segundo ele, o constrangimento moderado que surge sem ter motivo é uma assinatura emocional das pessoas em quem se pode confiar.

Segundo Feinberg, isso é positivo tanto nos negócios, já que essas pessoas também inspiram maior cooperação dos outros, quanto na vida amorosa: indivíduos que se constrangiam mais facilmente relataram níveis mais elevados de monogamia.

Só não dá para confundir isso com a vergonha exagerada que caracteriza a fobia social, nem com a vergonha decorrente de um erro moral que tenhamos cometido. Essas emoções têm uma natureza diferente. O constragimento que estava sendo estudado vem naturalmente e está associado a pessoas com a consciência limpa que, mesmo sem motivo, ficam sem graça com certas coisas. Os gestos demonstrados são diferentes também: segundo os pesquisadores, enquanto o gesto mais típico de embaraço é olhar para baixo, virado para um lado e cobrindo parcialmente o rosto enquanto sorri ou faz careta, uma pessoa que sente vergonha por algo ruim que tenha cometido normalmente cobre todo o rosto.

Os experimentos

Os resultados da pesquisa foram coletados a partir de uma série de experimentos que usaram depoimentos em vídeo, jogos de confiança econômica e pesquisas para avaliar a relação entre vergonha e sociabilidade. No primeiro experimento, 60 estudantes universitários foram filmados contando momentos embaraçosos, como flatulência em público ou julgamentos incorretos sobre algumas pessoas. As fontes mais típicas de vergonha incluíam achar que uma mulher com excesso de peso estivesse grávida (quem nunca, né?) ou confundir uma pessoa toda desgrenhada com um mendigo. Cada depoimento em vídeo foi classificado com base no nível de constrangimento mostrado.

Os voluntários também participaram do “Jogo do Ditador”, normalmente usado em pesquisas para medir o nível de altruísmo das pessoas. Nesse caso, cada um recebeu 10 bilhetes de rifa e foi-lhes dito que mantivessem uma parte deles para si e dessem o restante a um parceiro. Os resultados mostraram que aqueles que apresentaram maiores níveis de constrangimento deram mais bilhetes para os outros, o que indica mais generosidade.

Pessoas excessivamente confiantes são menos confiáveis?

Em outro experimento, os participantes assistiram a uma cena em que era dito a um ator que ele havia recebido uma pontuação perfeita em um teste. Ele então fazia um gesto de constrangimento ou orgulho e os voluntários passaram por testes, depois, para mediar o seu nível de confiança no ator com base nessa reação. O resultado? Ter mostrado sinais de constrangimento inspirou mais reações positivas dos espectadores. O estudo descobriu que as pessoas têm mais vontade de se aproximar e se sentem mais confortáveis em confiar em quem fica constrangido facilmente.

Segundo os pesquisadores, a questão que fica e pode ser estudada no futuro é: será que, por outro lado, pessoas excessivamente confiantes inspiram menos confiança? O que você acha?

Por Ana Carolina Prado
Via Super interessante on line